Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (SBGL/GIG), TorreData: 29/06/2009 Autor: Daniel R.Carneiro / DRC Imagem

AENA assume gestão do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Galeão

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Concessionária assinou nesta terça-feira (6) contrato de compra e venda de ações (SPA) do aeroporto.
(fonte: AENA; fotos: Daniel R.Carneiro / DRC Imagem)

6 de outubro de 2026 – AENA, maior operadora aeroportuária do Brasil e do mundo, assinou nesta terça-feira (6) o contrato de compra e venda de ações (SPA) do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão, assumindo a gestão do aeródromo. Com a incorporação do Galeão, a concessionária amplia sua presença no país e passa a administrar 18 aeroportos brasileiros, com fluxo superior a 63 milhões de passageiros ao ano.

No final de março, a AENA venceu o leilão de venda assistida do Galeão com lance de R$ 2,9 bilhões. A concessionária será responsável pela administração do aeroporto carioca até 2039.

A AENA focará sua gestão na eficiência operacional, na melhoria da experiência dos passageiros, no fortalecimento da atividade de transporte de cargas e na geração de valor para a cidade e para o estado do Rio de Janeiro.

Aeroporto do Galeão, Rio de Janeiro (foto: Daniel R.Carneiro / DRC Imagem)

  
O presidente e CEO da AENA, Maurici Lucena, celebrou este marco internacional da empresa, “que reforça a posição da AENA como a maior empresa aeroportuária do mundo e do Brasil e se insere na estratégia internacional seletiva da companhia. O Galeão é um aeroporto fundamental para a conectividade do país e, portanto, crítico para o Rio de Janeiro e para o Brasil, com potencial para ampliar suas conexões nacionais e internacionais. A equipe da AENA Brasil demonstrou, nos sete anos em que atua no país, que é uma das melhores do mundo em gestão aeroportuária”.

A partir de agora, o Galeão integra a rede global da AENA, formada por 81 aeroportos em cinco países. Para o aeroporto, isso significa acesso a uma plataforma global, com escala, experiência operacional e maior capacidade de diálogo com companhias aéreas, parceiros comerciais e poder público. Para a companhia, representa a chegada de um ativo estratégico, com vocação internacional, infraestrutura consolidada e forte potencial logístico.

Essa combinação cria uma relação de ganho mútuo. O Galeão amplia suas oportunidades de crescimento, passa a se beneficiar da coordenação com outros aeroportos da rede, especialmente Congonhas, e ganha novas possibilidades para consolidar sua posição como hub internacional. A rede da AENA no Brasil, por sua vez, reforça sua presença no país e soma ao seu portfólio um aeroporto chave para a conectividade doméstica e internacional do país.

Galeão - Terminal 2 (foto: Daniel R.Carneiro / DRC Imagem)

  
Sobre a AENA Brasil (www.aenabrasil.com.br)

AENA Brasil é marca registrada da espanhola AENA, maior operadora aeroportuária do mundo, responsável pela gestão de 81 aeroportos e dois heliportos em cinco países. A companhia também é líder no Brasil, onde administra 18 aeroportos em dez estados, respondendo por 28% da malha aérea nacional e pela operação de Congonhas e do Galeão, o segundo e terceiro maiores em embarques e desembarques, além do Recife, o maior do Nordeste. Em 2025, seus terminais movimentaram mais de 467 milhões de passageiros, sendo 321,6 milhões na Espanha e 63 milhões no Brasil. Desde 2020, gere os aeródromos de Recife (PE), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE) e Campina Grande (PB). Em 2023, assumiu Congonhas (SP), Campo Grande (MS), Uberlândia (MG), Santarém (PA), Marabá (PA), Montes Claros (MG), Parauapebas (PA), Uberaba (MG), Altamira (PA), Ponta Porã (MS) e Corumbá (MS). Em 2026, iniciou a gestão do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão Antônio Carlos Jobim. Os blocos são administrados por diferentes sociedades de propósito específico: Aeroportos do Nordeste do Brasil (ANB), Bloco de Onze Aeroportos do Brasil (BOAB) e Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (AIR). Na Espanha, a AENA opera 46 aeroportos e 2 heliportos. É acionista controlador de três aeroportos no Reino Unido, além de participar da gestão de aeroportos no México (12) e na Jamaica (2).